Foto por Jorge Teixeira Pinto

Decorreu em Lisboa, no passado Domingo, 31 de Janeiro de 2010, pelas 11h30, uma visita guiada ao Jardim França Borges, conhecido como Jardim do Príncipe Real. A visita teve a duração de 1h15 e teve como objectivo dar a conhecer à população um pouco mais sobre a história e árvores do jardim, ao mesmo tempo que se explicava as razões que leva um grupo de cidadãos de que faço parte, formado espontaneamente e que se denominou “Amigos do Príncipe Real”, a opor-se às obras em curso.

A aderência a esta visita foi uma surpresa. Várias dezenas de pessoas – podem-se contar mais de 70 pessoas numa das fotos tiradas durante a visita – ouviram com atenção o que foi sendo dito, fosse sobre o arvoredo em si, fosse sobre o conteúdo do projecto e a forma como está a decorrer a sua execução.

Enquanto guia da visita, tentei que a mesma fosse o mais interessante e agradável para todos, ao mesmo tempo que se expunham, uma a uma, as razões que me levam a mim, e muitas outras pessoas, no pleno usufruto dos seus direitos enquanto cidadãos, a questionar e criticar o que até agora tem acontecido em relação a estas obras.

Para já fica o registo fotográfico, feito por vários fotógrafos. Em breve publicarei um texto que dará continuidade à minha primeira intervenção sobre esta questão, intervenção essa que considero ainda muito pertinente e que pode ser lida aqui.

Foram, também, publicados dois artigos de reportagem sobre esta visita, um por Cristiano Pereira no Jornal de Notícias e outro por Alexandre Soares no i.

Foto por António Branco Almeida

Foto por Jorge T. Pinto

Foto por Jorge T. Pinto

Caíu o Metrosideros excelsa colossal, cheio de personalidade, dislumbrante , do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa. O solo saturado em água, resultado das chuvas dos últimos dois meses, não mais conseguiu ancorar o belo tronco desta árvore, cuja idade já lhe pesa. As árvores de grande porte são mais frágeis do que podem parecer.

Apesar dos esforços ao longo dos últimos anos de induzir raízes aéreas a formarem troncos secundários de suporte, a árvore não resistiu ao seu peso e progressiva inclinação e caíu. Para ver como era antes de cair vá ao Blog de Cheiros ou ao blog Árvores de Portugal.

Isto não significa que tenha morrido e estão a ser feitos esforços para salvar o mais possível da árvore. Mas o golpe é grande. É um dia triste para Lisboa.

Vai ter lugar no próximo Domingo, 31 de Janeiro de 2010, pelas 11h30, uma visita guiada ao Jardim do Príncipe Real. Esta visita é promovida pelo grupo “Amigos do Príncipe Real”, é gratuita, e tem como objectivo dar a conhecer as características do jardim e as alterações que a Câmara Municipal de Lisboa está a implementar. A visita durará cerca de uma hora.

Os “Amigos do Príncipe Real” consideram esta visita a melhor forma de explicar as razões que nos têm oposto e que nos continuam a opor à intervenção da CML, ao mesmo tempo que viajamos da Grécia à Nova Caledónia, visitando as árvores do jardim. Sabe, por exemplo, porque é o Cedro do Buçaco duas vezes mentiroso? E sabe que está previsto o abate de 62 árvores no jardim desde Janeiro de 2009 e que a CML quer plantar árvores cuja plantação é ilegal em Portugal?

Venha visitar o jardim connosco. Domingo, 31/Jan/2010, às 11h30. Encontro no acesso à Esplanada do Príncipe Real.

Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010. Este era o cenário no acesso à Esplanada do Príncipe Real, Lisboa, onde estão a decorrer obras de intervenção muito contestadas. Apesar da proximidade das figueiras Ficus macrophylla e araucária Araucaria columnaris classificadas – 4 árvores classificadas muito próximo uma das outras – não foi procurada uma solução alternativa para a passagem de cabos.

Abriu-se um roço de 1 metro, colocou-se uma manilha de betão onde antes havia raízes de figueira, passaram-se cabos, usou-se uma compactadora para compactar o solo – apesar de se estar em cima do sistema radicular das figueiras – e hoje já tudo deve estar tapado como se não se tivesse passado nada.

Mas passou. E, infelizmente, as árvores vão senti-lo. As árvores não morrem de um dia para o outro, nem de um mês para o outro, e muitas vezes nem de um ano para o outro. Mas estas intervenções aceleram o envelhecimento precoce destas árvores.

Já se tinha visto um escavadora gigantesca por cima de todo o jardim, em período de grande pluviosidade e solos saturados de água. O resultado foi a compactação do solo, com efeitos nefastos nas raízes do arvoredo. Também já se tinham registado danos directos à copa e raízes acima do solo das figueiras classificadas. E, agora, isto.

O problema das obras do Jardim do Príncipe Real passa não só pelo conteúdo mas também pelo processo. Bastaria ter havido a intervenção digna de alguém que perceba de árvores de grande porte e facilmente se tinham encontrado soluções alternativas.

Mas a Câmara Municipal de Lisboa tudo sabe e tudo pode. E assim se vai destruindo o nosso património.

Rui Pedro Lérias

O canteiro dos espargos e muita água na boca: vai umas migas de espargos bravos?! Foto de Fernando Jorge.

Decorreu no passado Domingo 13 de Dezembro uma visita guiada ao Jardim Botânico da Universidade de Lisboa sobre os Agaves e Aloés. Esta visita foi uma oferta minha à Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB), organização de que sou sócio e à qual o Jardim Botânico muito deve. O blogue da Liga publicou um generoso artigo sobre esta visita aqui.

Quando fiz o curso de guia do Jardim Botânico em 2007, eu e vários dos alunos e futuros guias fomos agraciados por um generoso prémio por parte desta organização. Fiquei agradavelmente surpreendido, não só pelo prazer egotista que me deu receber o prémio, claro está, mas por haver uma organização que se preocupava em tentar estimular os futuros guias do jardim e incentivá-los a melhorarem o seu trabalho.

Fiz-me sócio e passei a usufruir do privilégio de entradas ilimitadas ao jardim de que os sócios da Liga usufruem (sugestão: façam-se sócios!). E a saber que apoiava uma organização que desempenha um papel essencial na defesa do Jardim Botânico que está sobre um enorme ataque de pressão urbanística.

A oferta desta visita foi uma pequena forma de agradecer à Liga a sua dedicação ao Jardim Botânico – nunca esquecendo que por detrás de organizações estão pessoas reais! – e aos sócios da Liga por a apoiarem. Espero em breve poder oferecer mais uma visita de entre as 10 visitas que integram o programa Laços de Família. Obrigado também a Fernando Jorge pelas fotos aqui publicadas.

No final do Outono, a floração dos Aloés enche o jardim de cor. Foto de Fernando Jorge.

Um alimento precioso para insectos nectaríferos numa altura de fracos recursos. Foto de Fernando Jorge.

Só mais dois dias – 11 e 12 de Dezembro, das 10h00 às 17h00 – para admirar esta fascinante exposição de cogumelos recolhidos em Monsanto e na Arrábida. A exposição está dividida em três tipos de habitat: pinhal; cercal; montado de sobro. A ver no Palmário do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa (descer as escadas que ligam a Classe ao Arboreto e rodar 180º para a esquerda para entrar no Palmário).

Os fungos são o Reino esquecido, frequentemente suplantados em admiração pelos animais e plantas. Esta exposição mostra bem que são eles que regem o nosso mundo, reciclando nutrientes. São o motor dos nossos ecossistemas terrestres!

Os organizadores estão de parabéns. Expor cogumelos vivos é muito difícil e laborioso porque o tempo útil de cada cogumelo é muito curto. Ao longo de uma semana foram feitas três visitas de campo para recolha de novos exemplares para manter a exposição  atractiva e fresca. Estão aqui muitas horas de trabalho! Não percam.

Conferência de Copenhaga: O Mundo Todo nas Nossas Mãos. Foto de uma açofeifa - fruto da açoifeifeira Ziziphus zizyphus - na palma da minha mão.

Começa hoje a Cimeira de Copenhaga sobre Alterações Climáticas. A sua organização é, por si só, uma enorme vitória da razão e da ciência sobre a ignorância e a destruição. Não será uma cimeira que resolverá tudo o que há para resolver em relação aos problemas do aquecimento global e das suas presentes e futuras consequências. Mas determinará o tom da discussão e da acção a partir deste momento.

É, também, uma chamada pessoal a todos para que tomemos posições e deixemos um turpor vivencial que nos tem dominado nos últimos anos. Sabemos o que se passa mas sentimo-nos ultrapassados, desmoralizados, acabamos por nos refugiar na negação da realidade. Pessoalmente, já fiz mais no passado para contribuir para mudar o actual e insustentável estado das coisas do que faço hoje. Fui, por exemplo, sócio de várias organizações não governamentais de defesa do ambiente (ONGA), nacionais e internacionais, e participei em campanhas e acções de informação.

Pouco a pouco, o cinismo foi-se apoderando de mim. Ao ver uma ou duas pessoas sem escrúpulos ou ideais usarem as suas posições nas ONGA para benefício próprio, apesar de rodeadas por uma maioria honesta e trabalhadora mas cuja credulidade nas boas intenções de quem trabalhava apenas para si me deixava exasperado, iniciei o meu afastamento. Fui, também, sentindo os resultados da hostilidade dos meios de comunicação social e de muitos dos decisores e comentadores da década de 90. É difícil manter uma actividade na qual empenhamos muita energia e recursos sem qualquer benefício material pessoal quando à nossa volta não só não há reconhecimento mas ainda há muita reprovação. Gostaria de dizer que sou incólume ao que outros pensam de mim, mas a verdade é que o reforço social positivo é muito importante quando se quer manter uma actividade exigente e pouco recompensadora.

Quem queria o status quo de usar bens naturais comuns para proveito próprio conseguiu construir uma imagem pública falsa que as ONGA eram fundamentalistas, que não era possível dialogar com essas organizações, que queriam viver na pré-história, que eram as ONGA que andavam de alguma forma a tirar proveito das suas lutas. Foi uma fórmula neutralizadora que teve sucesso. E, infelizmente, essa mesma imagem foi e tem sido perpetuada por outros lutadores pela causa ambiental que deviam ter um pouco mais de juízo e menos de ego pessoal.

Esta imagem publica das ONGA não podia ser mais errada. As ONGA estavam – e estão – recheadas de pessoas que oferecem o seu tempo e, muitas vezes, meios para lutarem por príncipios em que acreditam e estas pessoas – uma ONGA é o conjunto das pessoas que a compõem, não é uma entidade abstracta – têm sido indispensáveis em desacelerar a destruição ambiental do nosso país. Claro que em todo o lado há pessoas movidas mais pelo interesse pessoal. Mas o balanço das ONGA é extraordinariamente positivo. Se pensarmos que as maiores ONGA nacionais têm apenas um ou dois milhares de sócios a pagar quotas, o trabalho pelo interesse público e comum que desenvolvem é absolutamente singular. Mas – incrivelmente, quando actos deveriam falar por si – a luta por uma imagem pública positiva foi perdida.

No meu caso, deixei a minha negatividade fechar-me os olhos a estes factos durante demasiado tempo. Cansado, segui a minha luta individual e afastei-me da luta colectiva. Foi um erro. Deixei que os interesses de alguns me vencessem pelo cansaço pessoal. Deixei de participar, deixei de pagar quotas.

Mas o dia-a-dia mostra bem que se não nos envolvermos na vida civil, individualmente ou em organizações, se não estivermos preparados para darmos um passo em frente, sermos vistos e contados, sujeitos a sermos, por vezes, atacados, mas sem deixarmos de lutar por algo em que acreditamos, se as Pessoas de Bem deste país continuarem a refugiar-se em casa assustadas com a quantidade de lodo que nos rodeia, o resultado será uma deteriorização contínua da qualidade da nossa democracia e vida.

Cansa, e é  por vezes desesperante – é difícil re-energizar com pequenas vitórias quando as derrotas são enormes e quase avassaladoras – mas o luxo de nos refugiarmos no nosso canto já não é comportável. Felizmente, enquanto eu o fiz, muita gente – muitos dos que tinha considerado excessivamente crédulos e por quem agora tenho muita admiração pela capacidade de resistência e resiliência – não o fez. Têm-se perdido muitas batalhas pela razão e bom senso, a favor do cacequismo e da destruição sem fundamento. Mas cabe-nos a todos nós aderirmos a organizações e darmos o nosso pequeno mas essencial contributo para melhorar o estado das coisas, seja a vida interna de uma organização, seja contribuindo com a quota ou donativo para tornar possível vir a conseguir regular forças económicas muito mais poderosas, capazes de financiar campanhas intermináveis de desinformação. A vida em democracia não é fácil. Requer labor e suor. Tanto que eu queria não ter que aceitar isto e poder continuar no meu mundo …

A Cimeira de Copenhaga é um marco global, uma chamada de atenção planetária. Para mim é também um marco pessoal, uma chamada a que eu não consigo mais não responder.

É caso para dizer que temos o Mundo todo nas nossas mãos. Urge agir. Não nos podemos mais fechar, um a um, nas nossas casas. Por mais confortável que, por agora, nos seja.

Instalações da futura Loja de História Natural.

Espero que sim! Estou a criar um espaço em Lisboa onde a Fauna, a Flora e a Geografia sejam idioma comum, para facilitar o conhecimento, o usufruto, a partilha e a descoberta do mundo natural. Ficará em frente ao Museu Nacional de História Natural, no topo da Rua Monte Olivete, junto à Rua da Escola Politécnica.

À semelhança do que aconteceu com o projecto da minha Casa na Arruda-dos-Vinhos, vou acompanhar online o desenvolvimento desta aventura.

Mas o que é uma Loja de História Natural? Tenho 90 dias para definir e construir este espaço e a vossa opinião e contributo serão muito bem vindos!

A partir de 1 de Março de 2010, data prevista de abertura, convido-vos a visitar a loja. Vou ficar muito feliz de vos ver!

Após as agradáveis visitas integradas no ciclo As Plantas do Jardim Gulbenkian que decorreram em Outubro de 2009, pondera-se a sua repetição entre Março e Maio de 2010. No mesmo período há ainda a possibilidade de decorrerem duas novas visitas temáticas, uma dedicada à Primavera e outra à evolução das plantas, e um curso de identificação de árvores.  Todas estas actividades estão sujeitas a confirmação! Por favor, voltem ao blogue a partir de Fevereiro de 2010 para confirmar!

Possíveis actividades a desenvolver:

1. Visitas Guiadas

Sábado, 20 de Março de 2010: 11h e 15h

As Plantas no Jardim – O Despertar da Primavera no Jardim Gulbenkian

No nosso clima, as plantas atingem o maior vigor de crescimento e floração no início da Primavera. As temperaturas amenas aliam-se à abundância de água para permitir uma explosão de nova folhagem e flores. As plantas do Jardim Gulbenkian não são excepção e nesta visita guiada integrada nas actividades do Dia do Jardim Gulbenkian vamos em busca dos novos rebentos dos espargos bravos e das fragrantes mas efémeras flores das magnólias de folha caduca. Uma oportunidade única para espreitar a vida privada das plantas do Jardim Gulbenkian.

Ciclo de 3 visitas: As Plantas do Jardim Gulbenkian

Ciclo de três visitas guiadas onde se explora o agrupamento das plantas do Jardim em três grandes grupos: as espécies naturais de Portugal; as espécies naturais da região mediterrânica; e as espécies intercontinentais, herborizadas pelos grandes exploradores das Américas, África, Ásia e Austrália.

Sábado, 10 de Abril de 2010: 11h

Sábado, 15 de Maio de 2010: 11h

As plantas portuguesas – silva lusitana

O projecto original do Jardim Gulbenkian transpôs para o jardim espécies dos bosques naturais de Portugal Continental, do carvalhal húmido do Minho ao azinhal do Alentejo interior. Do azereiro ao zimbro, iremos visitar no jardim muitas das árvores e arbustos naturais da nossa paisagem e relacioná-las com os bosques que outrora cobriram grande parte do nosso território. Venha dar a volta a Portugal connosco!

Sábado, 17 de Abril de 2010: 11h

Sábado, 22 de Maio de 2010: 11h

Plantas mediterrânicas – ‘Mare Nostrum

Se o Panteão Romano encontrou espaço para deuses de todas as Províncias, também os seus agricultores e jardineiros importaram plantas de todo os territórios conhecidos na altura. Dos ciprestes às romanzeiras, cada uma destas plantas tinha significados próprios nas práticas religiosas e culturais das civilizações do mar interior. Muitas chegaram até nós e tornaram-se  tradicionais da nossa paisagem. Nesta visita, iremos olhar para as origens e histórias da essência mediterrânica do Jardim Gulbenkian. Sabia, por exemplo, que um quilate, antiga medida de peso para pedras preciosas, deriva do nome em árabe para semente da alfarrobeira?

Sábado, 24 de Abril de 2010: 11h

Sábado, 29 de Maio de 2010: 11h

As plantas intercontinentais – Dar novos mundos ao mundo!

Quando os portugueses partiram para a Índia em busca de especiarias, iam em busca dos frutos, raízes, cascas e folhas de plantas exóticas. Iniciava-se a primeira globalização. Nos séculos que se seguiram, coleccionadores de plantas e animais da Europa visitaram os quatro cantos do mundo em busca de novos produtos naturais, potenciais fontes de riqueza para os seus patrocinadores e para satisfazer o crescente fascínio pela biodiversidade. O Jardim Gulbenkian é composto por espécies coleccionadas por naturalistas intrépidos que fugiram a populações indígenas e autoridades coloniais  para trazer até nós plantas que  fascinaram cientistas e público. Nesta visita iremos olhar para algumas destas plantas, contar as histórias dos seus nomes e descobridores, e pensar nas paisagens que deixaram para trás. Quer viajar connosco?

Domingo, 16 de Maio de 2009: 15h

Domingo, 30 de Maio de 2009: 15h

História completa da evolução das plantas em 96 minutos

As primeiras plantas ancestrais eram muito simples e não tinham folhas, flores ou frutos. A evolução permitiu o aparecimento de plantas mais complexas, como as que hoje habitam o Jardim Gulbenkian. Mas nem todos os grupos de plantas surgiram ao mesmo tempo: de uma cica a uma palmeira, por exemplo, vão centenas de milhões de anos de evolução. Venha conhecer alguns dos momentos fulcrais da história da evolução das plantas como o que separou as plantas com flor das coníferas. Sabe, por exemplo, porque não são os fetos árvores?

2. Curso para adultos

Sábado, 27 de Março de 2010: 10-12h30 e 14h-17h

Sábado, 8 de Maio de 2010: 10-12h30 e 14h-17h

Curso de Identificação de Árvores

A identificação de uma árvore é um exercício de detective que envolve os nossos sentidos e capacidade indutiva. Somos chamados a ver a forma das folhas e sentir a sua textura, a cheirar as flores e os frutos, a distinguir a cor dos ramitos e espetarmo-nos nos seus picos. Neste curso irá aprender a reconhecer e nomear algumas das árvores do Jardim Gulbenkian. Irá descobrir alguns dos seus nomes e ganhará confiança a identificar árvores recorrendo a guias de campo e chaves dicotómicas.

No próximo Domingo 29 de Novembro de 2009, vai decorrer das 9h00 às 13h00 uma acção de voluntariado na Mata Nacional dos Medos, Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica, organizada pelo Grupo Flamingo.

Os Pequenos Florestadores do Grupo Flamingo em acção.

Integrada na iniciativa Os Pequenos Florestadores, a acção irá incidir no “controlo de plantas invasoras (Chorão e Acácia) e a plantação de árvores e arbustos autóctones (Carrasco, Pinheiro Manso, Aroeira e Medronheiro) produzidas no Viveiro do Grupo Flamingo na Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica”.

A participação é aberta a qualquer pessoa e não há limite de participantes. Para que todos tenham material de trabalho (luvas e ferramentas) é necessário fazer inscrição prévia para o endereço electrónico pequenos.florestadores@grupoflamingo.org ou para o telefone do responsável, Hugo Matias, 96 746 62 19. O Ponto de Encontro será no Parque de Merendas da Brigada Fiscal da GNR da Fonte da Telha (Almada). Mais informações aqui.

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